Bolsas flexíveis dobram-se e são guardadas na tua cabine ou num armazém da tripulação. Malas rígidas são complicadas — a maioria dos operadores pede que tragas bagagem flexível ou que deixes a mala no teu hotel.
O armazenamento é a razão prática pela qual todo operador pede bagagem de laterais flexíveis. Uma mochila ou uma mala de mergulho dobrável colapsa e desliza para debaixo da cama ou para um guarda-roupa. Uma mala rígida não, e num barco onde cada metro quadrado é alocado, isso é um problema genuíno.
O que os operadores fazem com malas rígidas varia: alguns têm um armazém ou um espaço na passagem da casa de máquinas, alguns as empilham numa cabine não utilizada quando o barco não está cheio, e alguns simplesmente não as podem levar. Em embarcações menores, a resposta é frequentemente não.
Se precisas viajar com uma mala rígida — devido a equipamento fotográfico, por exemplo — a solução padrão é deixá-la no hotel em que ficaste antes de embarcar. Quase todos os hotéis numa cidade de embarque oferecem guarda-volumes gratuito para hóspedes que retornam após um charter, e vale a pena confirmar quando reservas o quarto.
Valores a bordo: a maioria das cabines tem um pequeno cofre ou uma gaveta com chave para passaportes, dinheiro e telefones. Os liveaboards estão entre os ambientes de viagem mais seguros que existem — estás com as mesmas 20 pessoas a semana toda — mas usa o cofre de qualquer maneira, principalmente para proteger itens da humidade e do sal.
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