Sim — muitos operadores oferecem a opção de partilha garantida que te junta a um mergulhador do mesmo sexo, para que pagues a tarifa padrão por pessoa sem suplemento para viajantes individuais.
Mergulhadores que viajam sozinhos representam uma grande parte dos hóspedes de liveaboard, e há três maneiras de lidar com a questão da cabine.
A mais barata é a partilha garantida: o operador te junta a outro mergulhador sozinho do mesmo sexo, e tu pagas a tarifa padrão por pessoa. Se não for encontrado um parceiro, a maioria dos operadores mantém a tarifa e tu acabas por ter a cabine só para ti — um ótimo negócio. Esta opção está amplamente disponível no Egito, Indonésia, Tailândia e Maldivas.
A segunda é pagar um suplemento individual, geralmente de 30 a 80 por cento acima da tarifa por pessoa, para ter ocupação privada garantida. Vale a pena se dormes mal, trabalhas em horários estranhos ou simplesmente queres o teu espaço.
A terceira é procurar promoções sem suplemento
Os operadores frequentemente dispensam o suplemento individual em partidas de "ombro" (época média) e em viagens que querem preencher, e essas ofertas aparecem na nossa página de promoções.
Socialmente, viajar sozinho num liveaboard é fácil. Tu partilhas cada refeição, cada briefing e cada mergulho com o mesmo grupo durante uma semana, e o emparelhamento de parceiros de mergulho é organizado pelos guias, então ninguém fica sozinho no convés. Muitos mergulhadores que chegam sozinhos partem com um grupo fixo com quem viajam por anos.
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