Sim. Cabines duplas são padrão, e parceiros não-mergulhadores se dão bem em itinerários com snorkel, paradas em ilhas e espaço no convés – menos em viagens de expedição remotas.
Liveaboards funcionam bem para casais, e a maioria dos barcos tem cabines de casal ou queen ao lado das configurações de dois leitos. Reserve com antecedência se quiser uma cabine de casal: os barcos geralmente têm menos delas do que as de dois leitos, e elas vendem primeiro.
Quando ambos os parceiros mergulham, o formato é quase ideal – briefings compartilhados, mergulhos compartilhados, sem logística e noites no convés. Quando um parceiro não mergulha, a escolha do destino se torna o fator decisivo. Itinerários com snorkel em águas rasas, desembarques em botes, caminhadas em ilhas e paradas culturais mantêm um não-mergulhador genuinamente ocupado: Maldivas, Raja Ampat, Egito, Komodo. Viagens de expedição para Galápagos, Cocos ou Socorro não o fazem, e um não-mergulhador passará a maior parte da semana lendo.
Coisas que valem a pena verificar para um parceiro não-mergulhador: se há uma tarifa reduzida para não-mergulhadores, se o snorkel é guiado, se o barco tem espaço sombreado no convés e Wi-Fi, e se o itinerário inclui alguma atividade em terra.
Uma ressalva honesta: um liveaboard é um espaço pequeno compartilhado com 20 pessoas por uma semana, e a privacidade é limitada. Casais que querem uma escapada romântica com longos jantares privados geralmente são mais felizes em um resort de mergulho. Casais que querem mergulhar quatro vezes por dia juntos vão adorar.
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